VIDA ALHEIA II

Aquela destemida e aguerrida, que guarda sua dor a sete chaves, mas que vez por outra se entreabre e se mostra tão sofrida como nós outras, apenas… Contida! Pouco se sabe, mas nos faz acreditar que vive seu amor entre quatro paredes. Bem vividos e bem vívidos momentos! Hoje me parece meio farta de tudo, ou quase tudo, mas não compartilha esta mudança. ..Ainda! Busca ser feliz soltando o riso!

A linda, especialmente linda, capa de revista, de coração tão meigo. Impossível reconhecer estampada assim, nua no papel, a doce esposa e amorosa (presente) mãe. A plástica perfeita não lhe embaçou a mulher, a pessoa, o ser!

A que ama, e ama e sofre e ama… Quanta dor contida. Vida quase sem solução mas que no seu olhar, de fundo tão verde, não se vê de pronto o amargor dos seus dias… E noites!
Mulher ímpar em inteligência e amizade! Agora liberta das algemas da escravidão de quem ama sozinha! Está pronta para amores recíprocos.

A dividida entre dois amores. Traz no semblante as perdas da vida, todas cedo demais para qualquer um. Mãe, irmão, … Agora o pai, outra irmã, sobrinho…
Filhas, não! As filhas jamais serão perdidas. São temporariamente colocadas no seu devido lugar e se distanciam o suficiente para que, como plantas, absorvam seu sol particular de cada dia interiorizando as lições do mundo! Às vezes duras lições!

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